Autor: Ryuu L
Censura: NC-17 – Contém Violência, Relações Homossexuais, Sexo, Critíca à religião, Mutilação.
Gênero: Ação, Fantasia, Aventura, Romance.
Terminada: Não
Capítulos: No Minímo 25.
Disclaimer: Todos os personagens e cenários utilizados saíram diretamente da minha imaginação. Alguns nomes talvez sejam anagramas de nomes famosos...
Prólogo.
Quatro jovens olhavam para uma porta, decorada, ela estava trancada.
—Relaxem, eu sou especialista nisso.—Disse um moreno vestindo uma regata preta e um bermudão cinza. Seus olhos eram negros e seus cabelos, vermelhos, puxando um pequeno bastão, do tamanho de uma chave, da mochila e colocando-o na fechadura da porta, que emitiu um "clique" suave e abriu. —Voilá! Bem, quem entra primeiro?
—É meu dever como cavaleiro da Ordem Real dos Cavaleiros da Coroa entrar primeiro e enfrentar o perigo, caso ele exista.—Falou um homem de cabelos castanhos até o pescoço e um cavanhaque também castanho, com olhos verdes brilhantes, trajando uma armadura prateada cheia de desenhos de rosas douradas espalhadas e portando um escudo de seu tamanho, entalhado com um brasão e uma espada com uma rosa entalhada em alto relevo na lâmina. O brasão do escudo mostrava quatro quadros, no primeiro, um cavalo alado empinava e abria as asas, no segundo, uma espada estava cruzada com uma lança, no terceiro uma coroa dourada e com diversos diamantes encrustadros estava desenhada e no quarto, um chifre. O brasão era enfeitado por uma espada e uma lança se cruzando por debaixo dele. Embaixo, estava escrito:
"ORCC"
—Ele adora se exibir com esse discurso decorado, né?—Cochichou o jovem ruivo para um homem de cabelos verdes e olhos prateados, vestindo um robe azul-escuro sem detalhes e portando um cajado simples e sem entalhes.
—Com certeza, Kain, é o dever dos Cavaleiros. Heh.—Cochichou, de volta e em tom de brincadeira, o homem de cabelos verdes.
—Eu ouvi isso, Jeff.—Falou o loiro.
—Ouviu nada, Dean. seu puto!—Falou Jeff.
—Vamos parar de brigar e entrar logo no lugar?—Falou o outro homem, vestindo um manto decorado com anjos e santos, por cima de uma calça e uma camisa brancas. E portando um cajado muito bonito, denunciando que fazia parte do Alto Clero.
—Tsc, você sempre corta o meu barato, Keen.—Falou Jeff, em tom de brincadeira.—Relaxem, eu sou especialista nisso.—Disse um moreno vestindo uma regata preta e um bermudão cinza. Seus olhos eram negros e seus cabelos, vermelhos, puxando um pequeno bastão, do tamanho de uma chave, da mochila e colocando-o na fechadura da porta, que emitiu um "clique" suave e abriu. —Voilá! Bem, quem entra primeiro?
—É meu dever como cavaleiro da Ordem Real dos Cavaleiros da Coroa entrar primeiro e enfrentar o perigo, caso ele exista.—Falou um homem de cabelos castanhos até o pescoço e um cavanhaque também castanho, com olhos verdes brilhantes, trajando uma armadura prateada cheia de desenhos de rosas douradas espalhadas e portando um escudo de seu tamanho, entalhado com um brasão e uma espada com uma rosa entalhada em alto relevo na lâmina. O brasão do escudo mostrava quatro quadros, no primeiro, um cavalo alado empinava e abria as asas, no segundo, uma espada estava cruzada com uma lança, no terceiro uma coroa dourada e com diversos diamantes encrustadros estava desenhada e no quarto, um chifre. O brasão era enfeitado por uma espada e uma lança se cruzando por debaixo dele. Embaixo, estava escrito:
"ORCC"
—Ele adora se exibir com esse discurso decorado, né?—Cochichou o jovem ruivo para um homem de cabelos verdes e olhos prateados, vestindo um robe azul-escuro sem detalhes e portando um cajado simples e sem entalhes.
—Com certeza, Kain, é o dever dos Cavaleiros. Heh.—Cochichou, de volta e em tom de brincadeira, o homem de cabelos verdes.
—Eu ouvi isso, Jeff.—Falou o loiro.
—Ouviu nada, Dean. seu puto!—Falou Jeff.
—Vamos parar de brigar e entrar logo no lugar?—Falou o outro homem, vestindo um manto decorado com anjos e santos, por cima de uma calça e uma camisa brancas. E portando um cajado muito bonito, denunciando que fazia parte do Alto Clero.
—Mas, já que o mais jovem Papa pede isso, assim faremos!—Falou Dean, também em tom de brincadeira, chutando a porta.
Keen ruborizou, detestava ser chamado pelo seu cargo real. Preferia se fingir de simples padre para que pudesse escapar da segurança do Clero.
Então, a porta abriu-se, revelando uma figura solitária debruçada na janela. De costas seu cabelo negro ia até as costas e estava preso em um rabo de cavalo. O cabelo não era muito grosso, por isso via-se sua armadura: diversas placas de aço e madeira tingidas de vermelho unidas por ligas de Titânio. Era uma tipíca armadura samurai, sem o capacete. Na cintura, uma espada repousava em uma bainha de cor negra. Do outro lado, outra espada repousava em uma bainha branca. O que causou estranhamento no grupo é que as espadas eram curvas.
—Então vocês vieram. Achei que iam demorar mais... Bem, vamos ao que interessa.—Disse o homem, sem tirar os olhos da Lua, que via-se pela janela. Sua voz era rouca e sem emoção.
—Sim! Prepare-se para ir embora desse mundo, demônio!!!!—Gritou Dean, avançando contra a figura. Ele ia cravar a espada no ser, quando este simplesmente desapareceu! Apareceu vários metros atrás dele, tocando os cabos das espadas. O estranho deu uma risada de escárnio e o corpo de Dean tombou, sem vida.
Os outros 3 ficaram surpresos, não pelo fato do Cavaleiro ter caído com apenas um golpe, e sim com a velocidade do oponente.
—Certo, Jeff, eu e você batemos no maluco. Keen, tu ressucita o Dean!—Falou, Kain, ficando sério de repente
—Certo, Kain!—Falaram os outros dois.
Então, Kain foi para as sombras da sala, enquanto espinhos longos saíam da junta de seus dedos e uma lâmina acoplava-se em cada ante-braço, por meio de barras de ferro.
Então, Jeff começou a falar em uma língua estranha e desconhecida em voz baixa e com a cabeça abaixada.
—Shak Arkem Kairu Devarusae. GRAVITON!—Gritou, enquanto levantava a cabeça. Seus olhos eram poços de piche, de tão negros que estavam, sua face parecia mais envelhecida. Então, levantou o cajado e o estranho voou e bateu na parede, ficando paralizado lá. Kain aproveitou para descer o sarrafo no samurai.
Enquanto isso, Keen orava aos deuses.
—Ó poderosos e misericordiosos, devolvei a vida à esse corpo caído!—Depois que disse isso, uma luz dourada envolveu Dean, que levantou como se nada tivesse acontecido e correu em direção ao estranho samurai, bradando seu grito de guerra e blasfemando.
—KAIN, SAI DA FRENTE!!!!—Falou Dean. Quando ouviu isso, Kain se impulsionou no demônio e se lançou para trás, executando um mortal e caindo em pé atrás de Dean, que cravou sua espada no peito do samurai.
—Heh, vocês podem até me matar, mas vão morrer junto! É ISSO QUE EU, HASHKAN O REI DOS DEMÔNIOS, FALO!—Gritou o Rei-Demônio, sorrindo macabramente.
—É um preço justo a se pagar pela sua derrota, Hashkan!—Falaram Dean e Keen, sérios.
—Falem por vocês, eu prefiro aproveitar minha vida e obrigado por peguntar!—Disse Kain, sendo apoiado fervorosamente por Jeff.
—Sinto que seja um pouco tarde demais para isso, cavalheiros!—Falou Hashkan, logo depois, rindo malignamente.
Então, a noite brilhou como se mil sóis a iluminassem.
E a torre foi consumida por uma explosão de luz branca.
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[FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO]
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